segunda-feira, 21 de março de 2011

Em casa

Enfim, em casa depois de um longo e interminável dia. Só mesmo abraçando a geladeira.
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Solicitação

Nossos Queridos,
Pedimos gentilmente que se identifiquem ao deixarem um comentário, okay?
Obrigada,

quinta-feira, 17 de março de 2011

Coleira para crianças




Autora: Kathy do blogmamiferas.com

Uma das notícias mais comentadas e enviadas ontem no site da Folha foi essa aqui, sobre “Coleiras” para crianças. Gostei da reportagem, está bem imparcial, mostrando relatos de pessoas que utilizam o tal acessório polêmico e a palavra de especialistas sobre a prática. Até aí, ok.

Mas o que assusta mesmo, como sempre, são os comentários dos leitores. Dezenas de pessoas achando normal e aceitável a utilização das mochilinhas com “guia” para levar as crianças, colocando aí como desculpa os perigos do nosso mundo moderno, os sequestros de crianças, e ainda os pequenos que “saem correndo” e se perdem por aí. Há até uma enquete onde 60% dos que responderam colocariam seus filhos em coleiras.

Ok, ok, vamos por partes. Existem perigos no mundo? Claro que existem! Crianças gostam de explorar as coisas, são curiosas? Lógico. Então para proteger meu filho desses “perigos” eu devo então amarrá-lo a mim com uma corda e puxar quando eu achar que ela já andou para longe o suficiente? Caramba, que mundo é esse?
Não acho saudável pra ninguém. A criança se sente desrespeitada, tende a se irritar com essa situação humilhante e, convenhamos, frustrante, de ter seus movimentos completamente podados. Passa a não entender limites que não sejam físicos e talvez até se sinta meio perdida quando passar a andar completamente solta, sem a coleira.

Também imagino que isso com o tempo vire uma brincadeira, um cabo de guerra, ou seja, a criança deve tentar escapar a todo custo do controle forçado, e se isso acontece, aí sim, isso pode ser extremamente perigoso a meu ver, já que a primeira reação deve ser qual? Fugir, sair correndo.

Para a mãe, na minha opinião, é uma questão de preguiça mesmo. Preguiça de prestar atenção ao que a criança faz, preguiça de orientar, preferindo fazer isso de forma “física” do que de forma atenciosa e carinhosa. Podem falar que é zelo, que é medo de perder a criança em locais movimentados, falta de opção por não ter com quem deixar, mas acho a fala da psicóloga perfeita na reportagem: “Para sermos práticos, deixamos de lado a afetividade.”

Uma das mães ouvidas na reportagem comenta que o acessório dá “liberdade” ao filho. Cheguei a dar risada ao ler isso. Liberdade até o limite da corda? Que liberdade é essa? Que tipo de mensagem essa criança que precisa de um controle físico para não fugir de seus pais pode estar recebendo? Será que quem ganha “liberdade” é o filho mesmo ou ela é quem passa a ter uma preocupação a menos durante os passeios?

É claro que momentos de distração podem acontecer, é claro que nenhuma mãe quer perder seu filho, mas esse medo não consegue justificar para mim a presença de uma guia que regula os movimentos do meu filho.

Outro ponto que muitos tocam é aquela justificativa que mais me irrita entre todas: “Fiz isso com meu filho, e ele sobreviveu”. Há até um relato de uma repórter que foi “encoleirada” e não se considera tramautizada. Quando será que as pessoas vão entender que sobreviver não basta? Que não queremos filhos “sobreviventes” de nada?

Nada consegue substituir a minha orientação sobre lugares onde meu filho pode ficar mais solto e outros onde ele não pode se afastar de mim ou mesmo soltar a minha mão em hipótese alguma. Nada substitui a minha atenção quando ele deseja explorar algo de interesse dele, seja parando com ele para explorar junto, ou dando continuidade ao passeio e conversando sobre esse tema. Nada substitui a minha mão segurando a mão dele. E não, eu não tenho com quem deixá-lo, portanto, ele me acompanha onde eu for, seja o local movimentado ou tranquilo, e eu nunca tive problemas, porque ELE é minha prioridade.

E para quem tem mais filhos do que mãos livres para segurá-los? Muitos dizem que é difícil sair com mais de uma criança, por exemplo, o que justificaria a opção pela coleira. Eu discordo completamente. Existem outras opções, com certeza. Dos slings aos carrinhos, de chamar outro adulto para acompanhar a convocar os mais velhos para ajudar. De conversar muito com as crianças e pedir a colaboração de todos a, em último caso, adiar para daqui um tempo os passeios em lugares muito movimentados ou perigosos até que todos possam estar em segurança.



Estou fora da realidade?

quarta-feira, 9 de março de 2011

Parque Olhos D'água com a Prima Carol

Para matar as saudades (da Carol e do parque).
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terça-feira, 8 de março de 2011

Terça de Carnaval no Terraço Shopping

Com a Carol, vestidas de princesas.
Enquanto Carol desenhava, eu já estava de confeti em punho e pronta para cair na folia.
Vejam que encontramos por lá: Gabriela e Rafaela, filhas do Tio Dudu e da Sinara. Ao fundo Tio Carlos com Carol e Mamãe ao meu lado.
Dançar é muito bom.
Muito bom mesmo.
Com a prima Carol - pausa para pipoca e ...
pose para a câmera.
Mas eu queria mesmo era dançar.
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Bicicleta

No Rio, decidi não mais usar chupeta e vejam o que o Rei Momo trouxe para mim em Brasília ...
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sábado, 5 de março de 2011

Grande Dia

Pizzaiolo Gustavo Pedroza
A Dinda com a Júlia.
Tia Vera e Sofia
Dindos, Júlia e Mamãe
Hora do Parabéns
Mamãe, Júlia, Iara e eu.
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Carnalval na Oficina de Música da UnB

Vejam o Tio Ricardo vestido de jacaré.
Mamãe, eu (de fadinha), Daisy e Alice (de branca de neve).
Agora com a Sandra.
No ICC Sul.
Dúvida cruel: o que vou ser quando crescer?
Charminho.
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Café da Manhã Especial no aniversário da Mamãe

... preoarado pela Tia Cacau, com direitos a recadinhos amorosos meus e da Prima Carol.
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